Thursday, July 16, 2009

Mulheres unidas

Tenho conversado com mulheres de várias idades, classes sociais e culturas diferentes. Estou bestificada com as pérolas que saem das bocas dos homens. Eu vou falar de gênero hoje, não tem jeito. Eu sei, meninos, que tem as pérolas das moças também. Mas, a top das tops e não fui eu que ouvi foi: Deus colocou você no meu caminho para me testar! Mas, que diabos é isto exatamente? Cara, seja homem, vista as calças e diga: mulher, eu quero pegar você. Vamos? O máximo que vai acontecer é a donzela dizer: ei, não estou a fim. A fila anda, cada um vai para o lado.
Os homens crescem com a idéia de que a mulher é frágil, então, começa a se afastar porque, coitada da princesa, vai sofrer horrores quando ele disser que está tudo acabado! A dor é muito mais gigante quando a gente descobre que foi enganada porque tem o ditado que diz: A gente engana uma pessoa por muito tempo, algumas pessoas por algum tempo, mas, não engana muitas pessoas por muito tempo. Então, não é mais digno chegar e falar: não dá mais? Tudo bem... às vezes, as coisas acontecem num rompante, num impulso, num grito de liberdade.
Percebi também que nessa loucura toda entre homens e mulheres, que há uma permissividade grande por parte das mulheres. Nõs deixamos que estes homens se tornem nossos carrascos como está escrito no livro Mulheres que correm com os lobos no conto do Barba Ruiva. Precisamos aprender a colocar os limites e deixar de ser as donzelas em perigo. Eu perdi todos os livros que falam dessa força que devemos adquirir. Por que será, né? Mas, vou juntar tudo no caminho. Talvez, assim, ao encontrarmos um meio de colocar um sinal vermelho nestes homens nocivos possamos encontrar quem nos seja não um príncipe mas um ser humano digno de nossa atenção.
Deixo aqui também um dos meus ditados preferidos, que vem do grego: NÃO TRATO COMO PRIORIDADE QUEM ME TRATA COMO OPÇÃO

Wednesday, July 15, 2009

Brincadeira de criança

Quando a gente é mais novo faz cada coisa... estou na casa da minha mãe. Então, passando pelo corredor onde eu brincava, tentei fazer uma brincadeira que não era das mais espertas dada os riscos de acidente: encostar numa parede, pés na outra e ir subindo, subindo, subindo até quase o teto. Mas, de repente, estou mais pesada agora, certo? Não, quase o mesmo peso de antes. Apenas consegui colocar as costas na parede e os pés pressionando o armário! Quem disse que subia? Deu até medo de descer!!! Admiro a ousadia infantil que não conhece barreiras e ignora os perigos. Talvez, esta seja uma grande lição quando nos tornamos adultos: as barreiras são impostas por nós mesmos e os perigos... a vida é um risco diário. Quem me garante que vou acordar e vou estar livre de um atropelamento? De um acidente qualquer? De um escorregão que me tire a vida? Já ouvi histórias reais de mortes assim.
Nossa, fui falar de brincadeira e acabei em morte! Enfim, só para exemplificar. O dia de amanhã é o dia de amanhã e o que se tem hoje é este momento para respirar, suspirar e viver, ou seja, tentar fazer algumas coisas estúpidas de quando éramos crianças como escalar corredores estreitos como fazem os heróis nos filmes, sonhar com histórias inverossímeis mas, ainda assim, perfeitas porque eram os nossos mundos, criar brincadeiras em mundos de faz-de-conta em cima da cama... tanta coisa passou e ainda é tão verdadeira! O tempo passa e como disse alguém outro dia: devemos aprender com o que aconteceu e deixar pra lá!

Tuesday, July 14, 2009

Medo

Estrelas no firmamento

Rodei distante mundos e mundo em busca das respostas ideias de mim e dos outros. Ainda vagueio por entre estrelas no firmamento, usando os cometas de calçada na tentativa manca de entender este lugar estranho em que o amor é buscado e todos morrem de fome e cada um se deixa abusar em busca de um tico de migalha. Que fome é essa que imprime tamanha tensão? Amor não deveria ser assim tão duro. Deve ser o esquecimento da luz que arde no peito de cada um. Tornamo-nos buracos negros, sugando uns aos outros, remoendo destinos e desatinos. Platão dizia da parte partida de nós mesmos. Somos metades em busca de outras metades. Mas, não é isso que conduz ao sofrimento, é essa sensação de estar em lugar em nenhum e ser ninguém entre pessoas porque não olhamos nos olhos nem tocamos com desvelo nem temos palavras amigas reais. Fingimos tanto e por tanto tempo que viramos robôs de nós mesmos, cópias fidedignas que andam e comem, mas, que não fazem amor e nem podem porque não sabem de que se trata isso. Talvez, o dia que houver tanto mais coração, teremos mais empatia e menos guerras. Meu coração ouvirá seu coração, meu irmão! Não lamentaremos mais, abraçaremos uns aos outros no real sentido da canção. Quem canta com a alma resplandece no coração. Rogo de joelhos ao que há de divino para que paremos um pouco e ouçamos nosso próprio pulsar indo e vindo. Quem sabe, um dia, a vida se torne leve para voarmos em torno da lua e brincar em volta do sol? Todos de mãos dadas em luz e desvelo.
Chega de usarmos moedas em troca de tão pouco. Vendemos fácil demais por coisas tão tolas. É, eu sei, também fiz isso. Quem não fez, oras? Assim, eu ainda procuro. A sorte mminha é que há outros vagantes neste vasto firmamento que vagueiam ora comigo, ora aqui e acolá, sempre em contato, lembrando de coração em coração, que a vida se faz quando vivemos tudo com presteza! Vivamos, pois, em plenitude, consciente de que hora ou outra, é permitido encolher-se e chorar. Outros vagantes virão e acolherão. São raros estas estrelas, mas, elas existem!

Monday, July 13, 2009

Reaprender

Às vezes, tudo parece realmente perdido. Beijamos a lona e nem vimos qual foi o caminhão que atropelou. Só sabemos que estamos ali, na solidão e nada parece que vai melhorar. Colocamos uma mão no chão, depois a outra, a dor nos lembrando de nossa situação, daquele momento que despencamos nosso orgulho. Sentamo-nos sem esperanças, acreditando ser aquele o evento mais trágico de toda nossa existência e que nada mais vai ferir, machucar ou angustiar a gente. Mas, tem muita coisa: sonhos desfeitos pelo caminho, gente que humilhou a gente, orgulho ferido, feridas abertas no peito. A gente vai juntando tudo isso, as feridas da guerra e tentando se reerguer com um amargor na boca indefinível.
Caminhamos de cabeça baixa pela vergonha da humilhação, por termos sabido lidar com o evento que nos levou àquela fatídica condição deplorável (que todo ser humano passa um dia) até que, um dia, nós nos damos conta de que podemos ser mais do que acreditamos ser, de que não devemos depender do que foi mas do que é, de que os momentos estão no aqui e no agora. As dores se transformam em cicatrizes finas e imperceptíveis, visíveis para nós que passamos pelo caminho, que choramos e perdemos inestimáveis bens e amigos (pedaços de nós mesmos). Quando a esperança ressurge em nossos olhos, as pessoas voltam a se aproximar e nos tornamos outros e os mesmos. Sabemos com quem podemos contar à nosssa volta. A derrota é um aprendizado. A dor se torna vitória.
Com esse gosto renovado, retomamos nossa estrada e percebemos que já estamos próximos do pico perigoso, daquele momento que ansiamos tão desvairadamente... tudo nos chega com novos olhos, nova vida, novo tudo! Há esperança para todos nós neste mundo. Basta encararmos o nosso coração e deixarmos que ele nos guie em nossa jornada, ele sempre saberá o que é melhor para nós mesmo que achemos que o melhor é alguém que deve ficar à distância e, para sempre, à deriva. Sigamos apenas o fluxo inevitável de nós mesmos e seremos felizes, mesmo que choremos.

Friday, July 10, 2009

Hallelujah

Aleluia
A palavra hebraica "halleluyah" é composta da forma imperativa do verbo "halal" – louvar, e do substantivo "Javé" ou Jeová". Por tanto o significado lógico da palavra em hebraico e mantido em Português é - louvai a Jeová ou a Deus.

Houve tantos momentos em que senti meu corpo tremer e meus joelhos tocarem a terra e eu gritei ao Senhor em nome da minha salvação, em nome de um momento de claridade para aplacar a dor que entranhava pelo coração e tomava conta da minha alma. Eu gritava de todas as formas possíveis em dias que as lágrimas não corriam e o sangue era vertido pelas veias no suspirar contido de uma vida que quase se ausenta do corpo. Eu chamava e clamava a Deus. Por onde está você, Senhor? Por favor! Retire de mim esta dor que me consome, que me desata. Eu ouvia o silêncio do firmamento, a loucura da minha própria voz. As estrelas borravam com as minhas lágrimas, eu conversava com as águas, os rios, com a terra. Onde está a salvação? - eu clamava, Senhor. Em nome do que tudo isso que amarga e dói? Nada parecia aplacar a angústia. Eu gritava e implorava sem entender porque a vida insistia em ser tão dolorosa e difícil.
Sem saber porque eu ouvia esta música em breves momentos na tv e as lágrimas me chegavam aos olhos. Era como se fosse uma resposta que eu não ouvia. Normalmente, as respostas são quase invisíveis, um véu que nos cruza, um perfume que surge do nada. Ela estava lá e eu não vi. Não fui abandonada. Ninguém o é, na verdade. Lembro da cena do filme Tão longe, tão perto quando o anjo se perde do caminho (ser humano é se perder constantemente. Seguir o caminho da retidão é a tarefa mais árdua para os que aqui põe os pés) e a amiga dele, do outro lado diz: Kassiel, estou aqui! - e ele não ouve. Perdemos a capacidade de ouvir os anjos que nos abraçam com suas asas, que ouvem o crepúsculo. Deixamos de ouvir os raios de sol e a poeira que forma redemoinhos. Deixamos que a vida nos leve para o sombrio de nós mesmos, esquecendo que podemos louvar ao Divino e que na fé encontraremos a retidão que, às vezes, parece nos faltar, é onde preencheremos o vazio de nós mesmos. É em nós mesmos que está a força do mundo, que nos move onde precisamos estar.
Hoje, foi a primeira vez que ouvi a música e que o mundo não desabou. Sinto as asas dos anjos. Com o dedo do pé, percebi como ir devagar é bom. Eu sou veloz como o vento, como a tempestade que toca a terra. Fui fazer um favor para meu pai agora há pouco e percebi que ir devagar me dá consciência, transparência e lucidez. Então, Aleluia! Tudo está no lugar.

Guia do ser humano moderno para relacionamentos

Caríssimos, não vou falar de gênero porque, nos dias de hoje, a coisa está complicada. Então, para evitar grandes complicações, percebi que existem algumas dicas que estes seres humanos nos dão que podem evitar que a gente compre gato por lebre!
1. perceba se a criatura em questão é enrolada. Como? Chega atrasada ao trabalho? Se tem filhos, como é o relacionamento? Fica com os filhos ou os deixa com o pai/mãe para se divertir?
2. Busca eterna pelo prazer.
3. Promete tudo de bom para você em busca da conquista, de encontrar o seu pico Everest. Não interessa a classe social da criatura, tudo será feito para que você seja um peixe que vai direto para a boca do tubarão.
4. Cuidado com as coisas que acontecem rápido demais.
5. Ah! Frase típica e célebre dos seres sem compromisso: EU GOSTO DA MINHA LIBERDADE! Estes seres humanos têm trabalhos que os fazem sem rumos, um Marlboro Man ou uma mulher desbravadora. Nada errado mas desde que as regras fiquem claras.
6. Esses seres humanos têm o sonho dourado de uma família, casa, comida, roupa lavada... no entanto, na hora do "vamo vê", a porca torce o rabo e esta criatura escapole como areia pelos dedos.
7. É uma pessoa que não sabe o que quer. Quer você, quer o mundo, quer sorver a vida de um gole inteiro.
8. É um/a sonhador/a e não sabe como sequer chegar às metas impostas.
9. E na hora que quer sair fora? Al Capone, provavelmente, era mais digno. Começa fugindo de você de uma hora para outra, deixa de ser salva-guarda e começa a maltratar. Quando digo maltratar, é maltratar mesmo, ser bem indigno a ponto de usar palavras ferinas com o intuito de afastar você da vida daquele ser humano.

Tem mais coisas e você pode encontrá-las no livro Homens que não conseguem amar. O livro fala do comportamento masculino, mas, eu diria que há muitas mulheres que também são adeptas do free style of relationship. Tudo bem! Uma transa aqui e ali num momento em que o tesão atingiu um ápice dos mais insuportáveis... mas, ter a esperança de que esta criatura vai mudar porque nós somos nós, não acontece. A mudança só ocorre quando a gente quer e isso serve para este ser humano, que precisa de muita mas muita terapia!
Agora, como a grande maioria dos seres humanos age desta forma, fica a grande questão: há esperança? Sempre, senão não teríamos tantas histórias de amor que funcionaram entre nós reles mortais. O que há de diferente nelas? A vagareza das tartarugas mancas, o tocar pelas pontas dos dedos e no escuro para ir bem devagar e a observação de que o melhor é o carrossel que a montanha-russa porque podemos olhar uns nos olhos dos outros. A montanha-russa pode ficar para depois!

Toque

Eu não queria teus beijos nem teu corpo sobre o meu
Mas, eu suportei porque você disse aquilo
Muito antes aprendi a não saber limite algum para alma
Perdi tudo, vendi meu ser para o demônio
Vendi o que não tinha preço barato demais
Agora, eu sei porque me considero escória
Fui mesmo, faz parte da minha história
Não quero mais me vender nas ruas frias
Não quero mais dizer que pode sem querer
Quem sabe assim, olhos melhores me olhem
Tem quem diz que mereço ser rainha
Então, que o tapete vermelho se estenda!

Adendo

Esqueci de dizer quão patética me senti no hospital ao ser levada de cadeira de rodas por conta de um dedo mindinho fodido por um entorse! Aprendi a fazer malabarismo no banho para não molhar o curativo do pé. Que mais? Deu febre. Mas, aí, não sei se o estado febril, quase delirante pré-desmaio se devia à dor de garganta, zumbido no ouvido... e sistema imuno deficiente trouxe fungos também. Acho que faz parte de tudo que aconteceu nos últimos tempos. Redemoinhos revoltos! Está passando. A exaustão para o descanso chegou. Vamos ver quantos dias mais ficarei uma tartaruga manca...

Thursday, July 09, 2009

Dor, dor e dores

Tem dor que vem lá de um lugar que a gente nem sabe que existe, aquele buraco negro infindável e horroroso que de tão fundo nem sai quando a gente quer desabar o mundo de chorar. Acha que nada pode ser pior que a derrota moral de um ego ferido até que... ah! sim. Até que algo acontece e você pensa: bom, existe coisa pior que um ego ferido. Um dedo mindinho que ficou para trás em uma aula de dança contemporânea. A dor nem é tão fustigada assim, mas, algo berra: vá ao hospital. Um passo depois do outro, claudicando porque ainda é suportável. Hospital. Espera. Espera. Espera. Arrasta o pé. Atendimento da senha. Senta do lado do moço bonito. Nem sempre PS tem colírio para os olhos. Ele conversa. Eu converso. Companhia garantida. Ele se vai primeiro e então, eu sou a próxima. Então, arrasto o pé e o segurança oferece uma cadeira de rodas. O médico atende e lá vai alguém guiar para chegar onde tem o lugar para fazer raio-x e aquele corredor com cheiro de comida, que tortura até a alma penada mais inexistente quando se está com fome. Vai, volta. O médico vê o que aconteceu com o dito dolorido que só de encostar parece que tem agulhas fincadas. Nada! Gelo. Antiinflamatório e evitar mexer. Bonito foi ver o moço imobilizando: uma obra de arte em esparadrapo. Melhor ainda foi pensar que eu deveria não ter sido tão machinha e ter tomado um remédio para dor. A caminhada até o carro foi algo desesperador. Tenho certeza que faria ela com displicência e alegria infindáveis, poucos metros, mas, parecia distante... muito distante! Enfim, cheguei em casa. Suspiro. Alegria. Descanso. Repouso.
A cada passo a dor de outrora se desfaz porque a dor do corpo é mais presente.

Lado B

Meu lado B é irresponsável e nesses últimos dias, dei total vazão a este lado torto. Cansei de tentar ser reta em árvore de cerrado. Nasci torta, vou torta mesmo para o céu! Assumi com gosto a imperfeição, que, às vezes, esqueço compromissos com as pessoas, que nem sempre sou legal com os outros, que tenho tpm e sou agressiva quando me sinto ameaçada, falo o que não devo, me meto onde não sou chamada, encho a paciência dos meus amigos quando estou obcecada com alguma coisa (pobres almas, vão direto para o céu), sou sem paciência (abençoada yoga), vivo proscratinando, finjo que sou profunda, parei de ler meus livros, invento mil coisas para fazer... e, afinal, eu faço o que todos os seres humanos fazem: erram! Também descobri que amigos têm lado b e que uns são bons para fofocar, outros para papo sério e outros para segredos de estado. E a vida é divertida do jeito que está!

Tuesday, July 07, 2009

Um beijo é só um beijo

Eu me lembrei de um beijo marcante na minha vida! Até mais do que o primeiro beijo no baile de carnaval. Mas, eu fugi do beijo... eu fugi do que aquela pessoa representava. Ele era responsabilidade e lindo de morrer. Sabe sonho de consumo? Era o meu! O homem mais lindo no qual já pus os olhos na minha vida!!!! Este é um daqueles momentos "se eu pudesse voltar no tempo". Eu não posso e não posso abrir a cachola oca e mandar eu mesma fazer tudo diferente. Tudo bem! A intuição na época alertou que era para fazer assim. O beijo ficou na terra de Afrodite para sempre. Um beijo de adeus e um sinal de alerta sobre tantas coisas que não quis ouvir. Este único beijo dentre tantos que recebi, dentre tantos homens com quem troquei carícias, foi um que permaneceu. A volúpia do rapaz ou eu sei lá o que mexeu com meus brios! Beijo mexe com meus brios, é algo que me leva ao paraíso, sentir a boca colar na boca do outro, sentir a língua, o toque máximo. É íntimo, é erótico, é perfeito, é união, é tudo e é a mentira mais deslavada do mundo que beijo é sinônimo de envolvimento (isso vem antes, na conversa, no ensaio da sedução). O beijo é o que sela tudo, define como vai ser o relacionamento dali em diante. Ai! Aquele beijo... lembro de tudo tão nitidamente e, graças a Deus, o homem nunca vai ler isso daqui (ao contrário do que pode acontecer com a Tatiana com o vizinho, o meu não fala português). Tinha tudo para ser perfeito. Não foi. Agora, aguenta porque aqueles olhos de mediterrâneo ficaram naquele beijo que aconteceu uma vez na terra de Afrodite. Outro daqueles... algum dia na vida em algum momento inspirado dos deuses em algum outro lugar, talvez, paradisíaco. Eu realmente espero que as coisas sejam como elas tem que ser e que eu realmente tenha feito a coisa certa ao escapar das mãos daquele Apolo grego!
Afinal, a kiss is just a kiss (mas putaquepariu, que beijo foi aquele!!! Afinal, tanto tempo e estou eu aqui falando dele....)